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A História do Mangá

NÚCLEO CENTRAL | SKI SKATE AMADORA PARK

Originalmente Japonês, o termo “mangá” refere-se a todo o universo da banda desenhada. No entanto, no Ocidente, a designação é utilizada para identificar uma categoria de banda desenhada de características muito próprias: a banda desenhada criada ao estilo japonês.

De facto, as primeiras histórias desenhadas em sequência foram criadas no Japão, no século VIII, utilizando rolos de pintura que se iam desenrolando para contar histórias com textos e imagens.  Mais tarde, ainda no Japão mas já no século XVIII, a essência da Banda Desenhada ganha forma com o aparecimento dos kibyoshis (livros ilustrados – com o tradicional estilo de pintura e estamparia japoneses – com narrativas cómicas / satíricas ou românticas que misturavam-se desenhos em sequência com palavras para contar histórias). Em meados do século XIX, Charles Wirgman (inglês residente no Japão), cria o jornal satírico The Japan Punch e introduz pela primeira vez balões de fala nas suas histórias em sequência. Influenciados pelas publicações do The Japan Punch, dois artistas japoneses (Kanagaki Robun e Kawanabe Kyosai) criam a primeira revista de mangá em 1874: a Eshinbun Nipponchi. A partir desta data, a presença de artistas europeus no Japão (e a consequente difusão da banda desenhada de origem europeia e estadunidense) contribuiu decisivamente para a formação de uma série de autores nipónicos e “nasce” a banda desenhada japonesa, criada na tradição ocidental, mas sem esquecer as suas características tradicionais: o ocidental e tradicionalmente denominado, “mangá”.

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